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BALANÇO DE 2020 – AULAS REMOTA, GRAVAÇÃO DE VÍDEOS E NOVOS PROJETOS

Os alunos antigos do Projeto estão realizando aulas de percepção/teoria musical e de instrumentos (canto, cavaquinho, flauta doce, percussão, violão e ukulelê), pelas plataformas digitais, desde que as aulas presenciais na Universidade Federal do RJ foram suspensas, com a decretação da pandemia de Covid, decretada em 2020.

Por meio de celular ou do computador, direto de suas casas, alunos com idade entre 07 e 80 anos se conectam para receber aulas de iniciação musical, aos sábados, utilizando o link da plataforma zoom.

Não houve obrigatoriedade de assistir às aulas online.  Os alunos que não quiseram ou não puderam participar, permanecem com vínculo ao Projeto, e retornarão quando a vacinação em massa tiver acontecido e as Universidades  retornarem.

A maestrina Alice Ramos Sena avalia que mesmo sem experiência ou formação prévia, os docentes e licenciandos do Projeto têm alcançado sucesso no novo formato. “Apesar de não conseguirmos efetuaras aulas de Prática de Conjunto e as apresentações ao vivo da Orquestok, onde todos tocamos juntos, os alunos têm avançado. Percebemos, também, que nossas aulas são um diferencial nesse tempo tão desafiador e por vezes muito triste”, afirma a professora

Novos Projetos

Em 2020, os alunos do Projeto Toque e Se Toque também gravaram três vídeos coletivos com as músicas Cajuína, América do Sul e Natal Brasileiro. Com qualidade surpreendente, essa experiência tem alcançado boa visibilidade nas mídias sociais e merece ser conferida no canal do Projeto no Youtube. Os vídeos já alcançaram mais de 4.300 mil visualizações.

A boa adesão dos alunos ao modo remoto fez a coordenação criar dois Projetos: “ “Toque da Classe” e “Toque de Mestre”, espaços de apresentação em vídeo para os alunos e os professores no canal do Youtube e nas redes do Projeto no Instagran e Facebook.

No Toques da Classe, alunos falam sobre a participação no Projeto e se apresentam cantando e tocando o instrumento que aprendem. Já em Toques do Mestre, é a vez dos atuais professores, e daqueles que já atuaram, compartilharem dicas e curiosidades da música, além de apresentação de uma bela canção. Os vídeos inéditos foram postados nas redes de comunicação do Projeto sempre aos domingos, reforçando o engajamento e a alegria do grupo em compartilhar boas experiências

A coordenadora Alice Ramos Sena diz que está satisfeita com os resultados alcançados no ano de 2020 e nos três primeiros meses deste 2021. “Estamos ansiosos para que a vida volte ao normal. Mas enquanto não é possível, vamos lançando mão das ferramentas disponíveis. O importante é não parar. A música , como toda forma de arte, é fundamental para suportarmos  o isolamento social e superar tantos momentos difíceis que o povo brasileiro vem passando”. E quem sabe, algumas dessas ferramentas virão para ficar? Só o tempo nos mostrará o que deve e o que não deve ser descartado. Os resultados, para algumas aulas, têm sido acima da expectativa. Vamos aguardar. No momento, é o que podemos fazer.  Só não podemos deixar de cantar, porque cada vez mais “é preciso cantar e alegrar a cidade!”, como diz a música ‘A marcha da quarta-feira de cinzas”, de Carlinhos Lira e Vinicius de Morais.

Rio, abril/2021

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