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TOQUE E SE TOQUE “SEM FRONTEIRAS”

O PROJETO“TOQUE… E SE TOQUE!” – REMOTO abre inscrições para novos alunos de 11 a 18 de janeiro de 2021. As aulas são gratuitas e acontecem aos sábados, no horário de 12:00, com início previsto para o dia 23 de janeiro.

A duração do curso é de dois anos e inclui a iniciação instrumental em Canto, Cavaquinho, Flauta Doce, Percussão, Violão e Ukulele, com aulas de Percepção e Teoria Musicais e Iniciação Musical Infantil.  A prática de Conjunto é vivenciada por meio da ORQUESTOK, da ORQUESTRA DE UKULELES DA UFRJ e dos CORAIS TOK, adulto e infantil.

As aulas serão abertas, por vídeo aula, com a utilização também de e-mails para completar a comunicação. Poderão se inscrever pessoas que queiram estudar música, de qualquer região, nacional ou internacional, que tenham acesso à internet.

As crianças serão aceitas mediante o acompanhamento do processo Remoto pelo responsável, a partir de 9 anos, e apenas para a Iniciação Musical Infantil, que utiliza o Canto e a Flauta Doce.

ENSINO REMOTO/INSCRIÇÃO

Para participar do curso você deve ser inscrever em nosso canal youtube.com/toqueesetoque e enviar um e-mail com os seus dados e o instrumento que deseja aprender para [email protected].

O ensino exclusivamente remoto será mantido até a vacinação se completar em nossa cidade .  A partir da volta presencial, será decidida a manutenção também de aulas nesse formato.

Durante o curso você assistirá à aula em nosso canal e fará os exercícios propostos nas aulas, enviando para esse mesmo e-mail, onde serão corrigidos pela equipe de professores.  A realização das tarefas propostas e o envio para a correção é o requisito primordial para um processo de musicalização bem-sucedido.

PROJETO DE EXTENSÃO DA UFRJ

TOQUE… E SE TOQUE!” é um projeto de extensão da UFRJ que tem como objetivo a utilização da Música Popular Brasileira como geradora de práticas de ensino e aprendizagem em música. Criado em 2006, funciona aos sábados, no Centro da Musica Carioca Artur da Távola, Tijuca – Rio de Janeiro, Brasil. A partir de 2020, devido ao isolamento social,  foi criado o modo remoto.

Coordenado pelos professores Alice Ramos Sena e Vinícius Vivas, o Projeto  é direcionado a pessoas que queiram estudar e praticar Música, além de atender aos estudantes dos cursos de Licenciatura em Música como campo de estágio e professores já formados, como campo de especialização.

 

DADOS PARA ENVIAR POR EMAIL: adultos (a partir de 13 anos)

Nome completo:

Endereço:

Bairro:

Data de Nascimento:

Idade:

Telefone: 

Telefone celular:

E-mail:

Instrumento que pretende aprender:

Escolaridade:(se estudante, curso e serie que se encontram)

Profissão:

 

DADOS PARA ENVIAR POR EMAIL: crianças (de 9 anos completos até fevereiro de 2021 e  13 anos)

Nome completo:

Endereço:

Bairro:

Data de Nascimento:

Idade:

Nome do responsável:

Telefone: 

Telefone celular do responsável:

Telefone celular da criança, se tiver:

E-mail:

Escolaridade:

Nome do Colégio:

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BALANÇO POSITIVO DO “TOQUE E SE TOQUE” EM 2020

Apesar de todas as dificuldades impostas pela Pandemia, o Projeto Toque e se Toque conseguiu no ano de 2020 se adaptar às mudanças e manter de forma remota as aulas no período de junho a dezembro.

Para a coordenadora, Alice Sena Ramos, o saldo foi bem positivo. “Retomamos as aulas no final do mês de junho, não sendo obrigatório à adesão.  Mesmo assim, cerca de 120 alunos se inscreveram no formato. Foram 28 semanas de aulas de teoria musical,  aulas de  prática de conjunto e de instrumento musical e canto. Durante esse período, foram mantidos  02  cursos de canto, 02 cursos de cavaquinho, 01 de flauta infantil,  02 de flauta, 02 de percussão e 02 de violão”.

Ela ressaltou ainda a produção de três vídeos (Cajuína, América do Sul e Natal Brasileiro), com a participação da Orquestok e da Orquestra de Ukulelê da UFRJ. Também o lançamento dos Projetos “Toques do Mestre”,  e “Toques da Classe”, com a apresentação de professores e alunos respectivamente. Todas as ações, em sua avaliação, bem-sucedidas.

Outra medida adotada foi a criação de contas no “Instagran” e “youtube”, visando a dar mais visibilidade às ações realizadas pelo Projeto. No “youtube” foram mais de 600 inscrições que puderam assistir aos vídeos realizados por alunos e professores.

“Não foi fácil por conta da falta de recursos materiais de alunos e professores, mas fechamos o ano com a sensação de dever cumprido, tendo a certeza de que cada um fez o melhor possível. E a música foi um aliado importante na ajuda da superação do isolamento social”, diz Alice Sena Ramos.

Em 2021, as aulas de forma presencial retornarão de acordo com a determinação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Assim, iniciaremos o novo ano ainda de forma remota, devendo voltar ao presencial apenas quando a vacinação estiver completa e seguindo sempre orientação da UFRJ.

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Vídeo do Toque e se Toque Homenageia Povos Originários

Para homenagear os povos originários, a Orquestok lançou o seu segundo vídeo no mês de novembro.  A  música escolhida foi América do Sul, de Paulo Machado, gravada por Ney Matogrosso, nos anos 80.

Foram dois meses de trabalho, mais valeu à pena, disse Alice Ramos Sena, coordenadora. “ meu objetivo ao gravar o vídeo foi criar “acontecimentos“.

Ela ressalta que a quis inserir os alunos num processo criativo que, em música, só acontece no presente.  “A música é arte que só se concretiza na performance em tempo real. Ou se gravando, filmando. Como não podemos fazer concertos ao vivo, o vídeo vem cumprir esse papel”.
“Como artista, estou sempre conectada com o mundo. E, dentre as coisas que me impactaram em 2020 – e foram muitas, ressalto  a situação dos povos primitivos frente o corona vírus. A fragilidade para lidar com mais essa ameaça, além das queimadas, dentre outros problemas, me produziram o desejo de homenageá-los.  A música América do Sul tem esse apelo pela natureza, pelo continente que tem uma fragilidade e uma força própria e que, as vezes, são desconsideradas”, finaliza.

O tema envolveu a maioria dos alunos que enviaram poesias, fotos e textos sobre as culturas indígenas. A coordenação foi de Alice Ramos Sena, a  produção musical do professor e coordenador Vinicius Vivas, e a edição de André Rodrigues.

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TOQUE E SE TOQUE LANÇOU DOIS NOVOS PROJETOS COM ALUNOS E PROFESSORES

O Projeto Toque e se Toque lançou dois projetos no mês de agosto: “Toques de Mestre” e “Toques da Classe”, que visam a aproximar alunos, professores e público em geral, com a divulgação de vídeos curtos de cinco minutos nas mídias sociais, especialmente em tempos de isolamento social. A ação também tem a finalidade de aumentar a visibilidade do Projeto, e , com isso, o acesso a um maior número de pessoas interessadas em aprender música.

O “Toques dos Mestres” – abre espaço para  professores e ex-professores apresentarem um pouco de sua performace musical, sua relação com o instrumento,  sua história com o projeto. Também dar dicas/toques para o público que já toca algum instrumento ; tenha interesse em aprender, ou que simplesmente curta a boa música.

Já o “Toques da Classe” –  visa à apresentação de um aluno  ou ex-aluno, que conta sua experiência com a música e com o Projeto.  Além disso, faz  uma pequena mostra de seu aprendizado A finalidade principal  é aumentar a interação com outros colegas, que passarão a conhecê-lo melhor e servir de  inspiração para outras  pessoas que tenham vontade de aprender música. Também será uma forma de ajudar o aluno a se desinibir e mostrar sua evolução no Projeto.

O primeiro a se apresentar no Toques do Mestre foi o professor e coordenador, Vinicius Vivas, que deu dica interessante para quem quer tocar Ukulelê.  Já o primeiro aluno foi Anler Menezes, de 20 anos, que toca violão desde 2014, quando ingressou no Projeto. Hoje  toca profissionalmente e tem trabalho autoral.  As gêmeas Marina e Nina Haddad, que tocam flauta, e Nádia Dupret, percussão, também já participaram. https://youtube.com/toqueesetoque

MÍDIAS SOCIAIS

O Toque e se Toque vem aos poucos construindo seus canais de comunicação. Inicialmente foi Facebook, criado  há mais de seis anos , mas pouco utilizado. Em 2018, foi lançado este blog  onde são noticiados todas as campanhas, eventos, e ações.   Agora, temos  à  disposição páginas no  Youtube , Instagram e facebook.

https://youtube.com/toqueesetoque   https://instagram.com/toqueesetoque

https://facebook.com/toqueesetoque

“ Investimos na abertura das novas mídias sociais porque o Projeto tem memória e realizações que merecem ganhar alcance e inspirar o público que gosta de música e está diretamente relacionado”, ou não, ressalta Alice Sena Ramos, coordenadora do Projeto .

Além disso, temos a expectativa  de que aumente a  visibilidade do Toque e se Toque ,   ampliando  o acesso a um maior número de moradores do Rio. A participação e envolvimento dos alunos e professores é fundamental para o sucesso, finaliza a Coordenadora.

Rio, 23/11/2020

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SOLTANDO A VOZ AO TOQUE DO BAIÃO

Aulas remotas do Projeto Toque e Se Toque no sábado, 4 de julho. Licenciando da Escola de Música da UFRJ, RAFAEL ROCHA, e a turma de canto.

Alunos soltando a voz em casa, cantando Asa Branca, de Luiz Gonzaga. Quando voltarem as aulas presenciais, a turma estará mais afinada.

A turma de percussão, comandada pela licencianda, MARIA LETÍCIA, também marcou presença e esteve atenta aos toques da professora. Na pauta do dia, o toque do baião.

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Aulas de Iniciação Musical: aprendizagem e atividade lúdica durante a quarentena

Se já é difícil para adultos o isolamento social, para as crianças fica ainda mais complicado.

Com o retorno do Toque e Se Toque, no formato remoto, os pequenos da turma de iniciação musical estão tendo mais uma opção de atividade lúdica, além de se desenvolverem no conhecimento da música, enquanto permanecem em casa.

A professora Beatriz Vegara, ou tia Bia, conta que aos poucos os alunos estão se adaptando.

“É uma experiência nova para todos nós.

No início estranharam, afinal, não estavam acostumados. Tenho conversado muito com as crianças e enviado material como vídeos para que revisem as aulas.

Considero nossos encontros bem produtivos.

Percebo que o aprendizado é um pouco mais lento em comparação às aulas presenciais, quando podemos dar mais atenção e eles ficam mais focados. Mas por hora, é a melhor solução”, finaliza.

Beatriz Vegara é licencianda do Projeto, pela Escola de Música da UFRJ, atuando nas aulas de iniciação musical, para crianças, e flauta doce 2 para adolescentes e adultos.

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Novas práticas didáticas em tempos de pandemia

Alunos da turma de ukulelê participaram da terceira aula “on line” do Projeto Toque e se Toque.
Antes, tiveram aula de prática de conjunto e percepção musical, que reúne cerca de 140 alunos inscritos, que estudam enquanto não retornam às aulas presenciais.
Eles puderam decidir se queriam ou não retornar remotamente. Mas ninguém será prejudicado, de acordo com a coordenadora Alice Ramos Sena, considerando que os conteúdos serão retrabalhadas.
Essa é uma experiência pioneira do projeto de extensão da UFRJ
que experimenta novas práticas didáticas durante o isolamento social imposto pela pandemia do Covid-19. O projeto Toque e se Toque é 100% presencial!
Oferecer a experiência de aula remota é uma iniciativa dos professores do Colégio de Aplicação da UFRJ, em parceria com a Escola de Música. O projeto de extensão alcança a sociedade com aulas gratuitas e é a prática docente dos licenciandos da UFRJ, onde os estudantes da Escola de Música aprendem a dar aula.

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Segunda aula remota já mostra resultado positivo

O Projeto Toque e Se Toque realizou no sábado, 13/06, sua segunda aula por meio remoto.

De acordo com Alice Ramos Sena, coordenadora, não é fácil a montagem e preparação do curso, por este meio, mas vem proporcionando resultados positivos.

A constatação veio ao se deparar pelo vídeo, postado espontaneamente, pela aluna Paola Oliveira Berli, em sua primeira aula e contato com o instrumento ukulelê.

A coordenadora contou a emoção ao se deparar com a imagem da aluna feliz, praticando os primeiros acordes.

“Acordei exausta após as aulas do dia anterior.  Ensinar remotamente é cansativo, não apenas por dar a aula de Prática de Conjunto, mas também acompanhar os conteúdos , acompanhar todos os cursos , e orientar  os professores. E prossegue:

“Fica aquela dúvida, que não ocorre na aula presencial. Será que saiu tudo certo? Todos conseguiram conexão? Será que os alunos conseguiram acompanhar? Estamos dando conteúdo demais? De menos? Como saber, remotamente? Como avaliar e estabelecer caminhos que atendam a todos sem estar “ombro a ombro”.

Alice contou que acredita estar no caminho certo:

“Acordei cansada. Pronta para fazer faxina em casa e abri o celular para ver as notícias do dia. E o que encontro? Um depoimento incrível, espontaneamente produzido por uma aluna quase-criança, comemorando a sua primeira aula de Ukulele. Isso me deu mais força e alegria para prosseguir junto com demais professores utilizando o ensino remoto, até que essa pandemia passe e tudo volte ao normal. “Agradeço a aluno Paola por me confirmar o sentido da música, que é tudo de bom. Fiquei tão feliz com seu vídeo, que até esqueci dos problemas, do cansaço e encarei a faxina que tinha que fazer como uma festa”.

 

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TOQUE E SE TOQUE RETORNA ÀS AULAS EM MODO REMOTO

Para a alegria de alunos e professores o Projeto Toque e se Toque retornou às aulas, neste sábado, 6/6, no modo remoto, usando a plataforma Zoom.
Cerca de 120 alunos estiveram conectados e atentos à aula de prática de conjunto, conduzida pela maestrina Alice Ramos Sena.
Desde o início da pandemia, o curso está paralisado respeitando as regras de isolamento.

No próximo sábado, 13, seguem as aulas de canto, cavaquinho, percussão, violão, ukulelê e de flauta, infantil e adulta. O Toque e Se Toque Remoto teve inscrição aberta para os alunos da turma 2020 que quisessem voltar a estudar durante o distanciamento social. Os alunos que não se inscreveram não terão qualquer perda pedagógica, esclareceu a maestrina no convite feito ao grupo. Ela está em contato com os alunos desde o início do isolamento, enfatizando que a música é uma grande aliada para vivermos este momento. A orientação para o grupo continua a mesma: “fiquem em casa e aproveitem para aprofundar o conhecimento”.

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SORTEADOS NOVOS ALUNOS DO TOQUE E SE TOQUE 2020

No sábado, 29/02, foram sorteados os 140 novos alunos que participarão co Projeto Toque e se Toque no ano de 2020. O auditório do Centro da Música Carioca, onde funciona o Projeto, ficou lotado. Foram 270 inscritos, que concorreram às vagas para os cursos de canto coral, cavaquinho, flauta doce, iniciação musical, percussão, violão e ukulelê.

As aulas acontecem sempre aos sábados, e, além  do instrumento escolhido, os alunos terão aulas de percepção musical e prática de conjunto, informa  a maestrina Alice Sena Ramos, coordenadora do Projeto.

A maior procura neste ano de 2020 foi para os interessados na oficina de violão, que teve 87 inscritos. Também foi grande a procura pelo curso de canto coral, com  62 pessoas concorrendo às vagas.

Adriana Mota Bastos foi uma das sorteadas, além do marido, Daniel José Felipe, e do filho . Todos escolheram o curso de violão.   “Fiquei muito feliz em ingressar em um projeto que realiza uma pesquisa muito bonita da Música Popular Brasileira, além de ser aberto à comunidade,  dando  acesso, com isso,  a  pessoas que não têm oportunidade a aprenderem com  professores  da Universidade Federal do RJ”.   Com mestrado em Literatura Brasileira, Adriana  dá aula em uma creche de educação infantil situada na comunidade do Queto,no Sampaio. Também  é contadora de histórias em  escolas da rede pública. “Tudo que aprender aqui vou replicar no  meu trabalho. O violão certamente  irá me ajudar a atrair mais jovens para conhecimento da música e da literatura”, finalizou.

Paulo Pinho Fragoso Filho, morador de Inhaúma,  é biólogo , mas  trabalha como bancário. “Estou muito alegre por ter sido contemplado . Sou apaixonado por música e nunca tive oportunidade de estudar violão.  Procurei outras escolas, mas tiive ótimas referências de que aqui é um curso bastante  sério. Também me encantou o ambiente e o acesso fácil para chegar ao local.  Espero que eu tenha um desempenho à altura do nível do curso. Vou cobrar de mim,  me dedicando o máximo possível.”